As pessoas querem te ver bem, mas nunca melhor que elas. Concordam?

Qualquer Intenção

Todo mundo sempre deseja coisas boas uns aos outros: em uma comemoração de aniversário, em uma promoção no trabalho, em um ano vindouro, casamento, na aquisição de um imóvel, enfim, nos momentos de sucesso da nossa vida, de felicidade. Longe de mim generalizar este tema. Algumas pessoas sim, de coração, desejam coisas boas umas para as outras, assim como ficam verdadeiramente felizes pela felicidade do próximo. Mas, tem aquelas pessoas que te desejam votos de felicidade, só que este vai até um certo ponto: sua felicidade não poderá ultrapassar a dela.

Vi essa pergunta e achei interessante porque em algum momento da nossa vida, até nós mesmo, conscientemente ou inconscientemente, somos “estas pessoas”. Vejo que a vontade de ser melhor do que o outro, a inveja e a falsidade vem crescendo no coração das pessoas. As pessoas nos querem bem, felizes, porém, “o meu sucesso não pode ser maior que o dela”.

Eu acredito que coisas boas atraem coisas boas. Logo, se desejo de coração boas vibrações ao próximo, atraio-as para mim, e vice versa!

 Gostaria da opnião de vocês, concordam ou não concordam?

Aquele Beijo, e bons ventos pra nós!!

– Fabiana Oliveira –

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5 Responses to “As pessoas querem te ver bem, mas nunca melhor que elas. Concordam?”


  1. 1 Andréia Souza 12/11/2014 às 21:07

    Poxa, belo texto! Concordo demais. As pessoas se corrompem por tão pouco. Se perdem em busca de status, de aparências e nem percebem as coisas simples e importantes da vida. Eu acredito muito na lei do retorno, no “O que aqui se faz, aqui se paga”, o que a gente transmite, seja positivo ou negativo com certeza volta ao ponto de partida. Um beijo. :*

    • 2 bianaoliveira 19/11/2014 às 06:39

      Disse tudo Flor! As pessoas se perdem por muito pouco, vivem em um mundo ilusório, de aparência, como você disse. Nunca Ninguém é melhor que ninguém, cada pessoa possui características únicas. E é espalhando felicidade e desejando o bem que atraimos coisas boas pra nossas vidas. Obrigada pela sua contibuição nesse post Flor! 🙂

      Abraços,
      Fabi

  2. 3 KAMBAMI 14/11/2014 às 14:27

    Oba! Olha outro tema polêmico que nos dá motivo para cozinhar os neurônios,rssss.
    O que penso:
    Concordar seria algo muito fácil, afinal o que mais fazemos na vida é dar, sim ou não e esquecer de analisar para saber dar julgo. Nada contra quem prefere rapidez, mas eu prefiro entender e entendo que, não deveria eu me sentir confortável perante as desgraças ao meu entorno e lembrando bem uma frase do filósofo indiano Jiddu Krishnamurti quando descreve não ser um sinônimo de saúde estar ajustado a uma sociedade profundamente doentia.
    Sim, estamos doentes todos nós sem exceção, alguns mais outros menos e como diziam nossos avós de médico e de louco todos nós temos um pouco.
    Meu conceito é que devemos estar sempre tentando dentro do possível monitorar as atitudes de nosso complexo de “R” e nunca deixá-lo tomar a frente do cérebro intelectual. É difícil? sim mas é o caminho que devemos escolher para evitar nossa aniquilação.
    Ponderar, ajudar no que pode e não no que te fará se destacar. Tivemos vários exemplos disso em vida e assim bem rápido para que nossa conversa não torne-se um blog de discussões me veio a lembrança Irmã Dulce até mesmo pela matéria sobre o filme que estreou ontem dia 13/11.

    PS- a imagem acima me deu calafrios, rsssssss 😉

    Abraços Fabi!

    • 4 bianaoliveira 19/11/2014 às 07:14

      Oi meu amigo!
      Como sempre, você é ótimo com as palavras. Todos nós, em algum momento da vida, temos esses excessos, temos que nos policiar. Ressalto suas palavras: “devemos estar sempre tentando dentro do possível monitorar as atitudes de nosso complexo de “R” e nunca deixá-lo tomar a frente do cérebro intelectual. É difícil? sim mas é o caminho que devemos escolher para evitar nossa aniquilação.” Obrigada por essa reflexão !!!!
      Eu assisti alguns trechos da divulgação do filme da Irmã Dulce na TV, e já estou anciosa para assistir, ainda não consegui.

      Abraços,
      Fabi


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